quinta-feira, 19 de novembro de 2015

"Relação entre Biotecnologia, Meio Ambiente e Sustentabilidade: aspectos positivos e negativos".

Os avanços ocorridos na área ambiental quanto aos instrumentos técnicos, políticos e legais principais atributos para a construção da estrutura de uma política de meio ambiente, são inegáveis e inquestionáveis. Nos últimos anos, saltos quantitativos foram dados, em especial no que se refere à consolidação de práticas e formulação de diretrizes que tratam a questão ambiental de forma sistêmica e integrada.
Neste sentido, para o desenvolvimento das tecnologias devem ser orientadas para a melhoria de suas metas de equilíbrio com a natureza. Assume-se que as reservas naturais são finitas, e que as soluções ocorrem através de tecnologias mais adequadas ao meio ambiente. Deve-se atender às necessidades básicas usando o princípio da reciclagem.
Estes processos de produção de conhecimento têm oportunizado o desabrochar de práticas positivas e pró-ativas, que sinalizam o desabrochar de métodos e de experiências que comprovam, mesmo que em um nível ainda pouco disseminado, a possibilidade de fazer acontecer e tornar real o novo, necessário e irreversível, caminho de mudanças.
Não dá para fugir da nossa realidade nossos ecossistemas estão sendo deteriorados pela grande evolução que temos por conta dessa degradação ambiental sem fronteiras o meio ambiente vem sofrendo vários impactos negativos.
 Em várias partes do mundo vem crescendo o uso do conceito elaborado por acadêmicos canadenses conhecidos como “pegada ecológica” (ecological footprint) que avalia a capacidade ecológica necessária para sustentar o consumo de produtos e estilos de vida. Calcula-se uma pegada ecológica somando fluxos de material e energia requeridos para sustentar qualquer economia ou segmento da economia. Tais fluxos são então convertidos em medidas padrão da produção que se exige das regiões de terra e água. Pegada é a superfície total da terra necessária para sustentar determinada atividade ou um produto (WACKERNAGEL e REES, 1995).
 No entanto, das conferências científicas internacionais aos grandes encontros de chefes de Estado (em grande parte, patrocinados pela Organização das Nações Unidas – ONU) enfrenta-se a dificuldade de se conceituar e implantar a almejada sustentabilidade. Enquanto que países desenvolvidos colocam a ênfase da sustentabilidade na questão ambiental, vemos a preocupação de países em desenvolvimento em incluir também a questão sócio-econômica.
Quando Rocha (1997) analisa as dificuldades de promover a inovação tecnológica no Brasil, propõe a realização de uma prospecção tecnológica a fim de definir “tecnologias-chaves” para o país, tanto para explorar novas oportunidades quanto para atender aos requisitos atuais de capacitação tecnológica.
Tudo o que resulta em impactos ambientais:
1. Destruição de recursos naturais em geral;
2. Exaustão, em particular, dos recursos naturais explorados por mineração;
3. Produção de resíduos resultantes do processo de manufatura;
4. Produção de excesso de embalagens;
5. Produção de resíduos resultantes do uso do produto e;
6. Produção de resíduos resultantes de descarte, pós-uso do produto.
A estratégia sistêmica do LCD, de Manzini e Vezzoli (2002) incorpora:
1.      Minimização de recursos: Reduzir o uso de materiais e de energia;
2. Escolha de recursos e processos de baixo impacto ambiental:
Energia; Selecionando os materiais, os processos e as fontes energéticas de maior eco compatibilidade;
3. Otimização da vida dos produtos: Projetar artefatos que perdurem;
4. Extensão da vida dos materiais: Projetar em função da valorização (reaplicação) dos materiais descartados;
5. Facilidade de desmontagem: Projetar em função de separação das partes dos materiais.
Esta estratégia não se justifica somente pela preocupação ambiental, mas também econômica, uma vez que a redução de materiais e energia salva dinheiro. Por outro lado quando se minimiza ou eliminasse resíduos, também se economiza na coleta, tratamento e transporte deste. Além do fato de que hoje já não é mais possível ignorar a agregação de valor que um produto sustentável representa para uma estratégia de competitividade empresarial.


REFERENCIAS
Revista EDUCAÇÃO & TECNOLOGIA. CASAGRANDE. Eloy Fassi. INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE: POSSÍVEIS FERRAMENTAS PARA UMA NECESSÁRIA INFERFACE. Disponível em: file:///C:/Users/USUARIO/Downloads/1136-3620-1-PB.pdf.



quinta-feira, 12 de março de 2015

Interações Ecológicas


             Todos os seres vivos se relacionam um com outro, tanto da mesma espécie (relações intraespecíficas) quanto de espécies diferentes (relações interespecíficas). Estas podem ser harmônicas, quando não há prejuízo para nenhum dos indivíduos envolvidos; ou desarmônicas, quando pelo menos um se prejudica. Para entender melhor, leia as tirinhas a baixo.








quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Maquiagem para sudos



vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=lZMwVruRAQI 


O vídeo e muito interessante pois eu vi o quanto os alunos são atenciosos e mostram  o tamanho do seu interesse em aprender, e quanto mais difícil maior e a força de vontade deles.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

As vantagens dos aterros controlados

 ATERRO SANITÁRIO CONTROLADO
Especificamente com relação ao aterro Sanitário Controlado, Pinto (1992, p. 72) o conceitua “como um método de disposição do lixo no solo que não cause danos ao meio ambiente e que não provoque moléstias ou perigo à saúde pública”.
O mesmo autor ainda declara que este método consiste no confinamento do lixo no menor volume possível, compactando-o e impedindo sua exposição ao ar livre mediante sua cobertura com uma camada de terra, reduzindo a área para disposição, prolongando a vida do aterro, minimizando os odores emanados do lixo em decomposição, evitando incêndios e impedindo a proliferação de vetores nocivos do ponto de vista sanitário. Se em todas regiões tivessem os aterros seria muito  bom para nosso planeta, por muitos anos estaríamos protegidos, porem e raro um planejamento desses grandes para melhorar nossas vidas.
Para Borges (1999), dentre as vantagens do aterro sanitário controlado, pode se destacar, conforme a Tabela 1:

Tabela 1: Vantagens do Aterro Sanitário Controlado
Destinação final sanitária adequada e completa.
Representa uma solução econômica com baixos investimentos iniciais de implantação, quando comparados a outros processos.
Recebimento de quase todos os tipos de lixo. É de rápida implantação.
Proteção ao meio ambiente e à saúde pública. Possibilita a recuperação de terrenos degradados
Ajuda a eliminar problemas sociais, estéticos, de segurança.
Possibilita o aproveitamento do biogás, se projetado para esta finalidade.
Fonte: Elaborado pelos autores, com base em Borges (1999).


Disponível em: http://www.aedb.br/seget/artigos12/51016611.pdf acesso em: 17 de julho de 14
1.1 Construção
Existem três métodos distintos para se construir um aterro sanitário:
• Método de rampa;
• Método de trincheira;
• Método de área.
Segundo José Dantas de Lima, o método de rampa utiliza terrenos com declive, aonde os resíduos vão sendo depositados e compactados, seguindo a declividade existente, com o recobrimento necessário no final de cada etapa de trabalho prosseguindo até que as células em construção atinjam o topo do declive da parte superior e lateral. Esta construção continua até que os diversos patamares ocupem toda a área projetada. No método de trincheira as mesmas, são colocadas com dois a três metros de profundidade, chegando a alguns casos até cinco metros, dependendo da profundidade do lençol freático. O material escavado serve para cobertura do próprio aterro. Os resíduos precisam ser compactados para que seja aumentada a vida útil do aterro A construção de um aterro sanitário requer a participação de uma equipe de pessoas que devem estar bem treinadas e compenetradas de suas funções específicas. O estabelecimento de tarefas e funções de cada um dos componentes das equipes encarregadas da construção, operação e manutenção do aterro é de fundamental importância, tendo em vista a preservação ambiental da área onde o aterro será implantado. A condução técnica deverá estar sob a orientação de um profissional da área da Engenharia Civil, Sanitária ou Ambiental, com experiência adequada para dirigir e supervisionar todas as tarefas inerentes à obra. Dependendo do corte do aterro, auxiliares técnicos: topógrafo, desenhista, projetista, cadista e laboratorista para estudo de solos, deverão dar suporte técnico ao Engenheiro responsável. Supervisores, capatazes, operadores de equipamento e pessoal devidamente capacitado deverão compor a equipe.
  1.2 Operação
Ao operar um aterro sanitário será necessário contar com uma frota adequada para poder cumprir a totalidade das tarefas. Com tal finalidade, dever-se-á dispor do equipamento que realize as operações necessárias de forma econômica e apropriada.
Também deverá estabelecer-se uma dotação multifuncional para substituições que possam produzir-se por diferentes razões, durante a operação do aterro, a fim de assegurar a continuidade de seu funcionamento. O equipamento dependerá do tipo e quantidade de resíduos recebidos, do material de cobertura e dos métodos de operação do aterro.
Os resíduos necessitarão ser espalhados e compactados, mas raras vezes necessitarão ser transladados pelo equipamento de aterro a distâncias superiores a trinta metros. O material de cobertura pode necessitar ser transportado a distâncias maiores, no entanto, ambos deverão ser compactados adequadamente, durante e depois de serem colocados.
A necessidade de equipamentos deve atender o manejo dos resíduos, em compactação, cobertura, obras de terraplanagem e o acondicionamento de células.
Equipamentos de Apoio
• Caminhões pipa de dupla tração para movimento de água (pó, infraestrutura).
• Tanque de combustível.
• Carreta (movimento de equipamento).
• Caminhões para o movimento de terra.
• Hidrolavadoras.
• Grupos geradores.
• Torres de iluminação.
• Bombas diversas.
1.3 Manutenção
A Lei 9.605/1998 – de Crimes Ambientais e o Código Florestal – Lei 4.771/1965 e as
Instruções Normativas do IBAMA 146/2007 e 154/2007, em seu conjunto estabelecem a necessidade da supervisão ambiental do empreendimento e em especial o monitoramento e o acompanhamento das condições ambientais afetadas direta ou indiretamente pelo aterro em operação.
Para o monitoramento adequado do aterro deverão ser observadas:
• a qualidade do ar;
• a poluição sonora;
• a qualidade das águas:
– superficiais;
– subterrâneas.
• o controle do solo;
• a recuperação vegetal;
• a preservação da fauna terrestre;
• a preservação dos ecossistemas aquáticos;
• o controle do efluente tratado.


Disponível em:  http://www.em.ufop.br/ceamb/petamb/cariboost_files/aterros_volumeiii.pdf Acesso em; 17 de julho de 14.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Escola cresce em projetos de incentivo ao ensino e aprendizado



                                                                                   
                             

A escola estadual "Jesuíno de Arruda", de São Carlos (SP), teve um crescimento considerável de projetos que tem dado certo e mantêm-se em exercício. A escola produz programas de rádio e TV, atividades que usam o computador e a internet como recursos de auxílio ao aprendizado. Há projetos que lidam com a preservação do meio ambiente e há também aqueles voltados ao incentivo do basquete como esporte no Brasil, entre outros.
No final do ano passado os professores da escola receberam de um Instituto da USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos, um treinamento para usar o programa de computador Power Point. A partir deste treinamento, por exemplo, a professora Rita de Cássia Bortoletto, criou o projeto "Nosso céu" em que alunos aprendem a disciplina de Ciências com o uso da internet e do programa Power Point.
"Quando eu vi que as coisas estavam mesmo mudando eu decidi que eu iria mudar também. Vejo que os alunos se sentem mais à vontade, é o universo deles, uma nova etapa para nós professores, e precisamos acompanhar esta evolução", explica a professora de Ciências.
Se todas as escolas estivesse sendo ajudada pelos projetos que incentivam o aprendizado tudo estaria mudando, pois toda escola cresce com os projetos de incentivo as crianças e adolescentes gostam de tudo que inova, desperta o interesse deles e melhoraria muito o ensino nas escolas pulblicas.

Disponivel em// http://www.uniara.com.br/ageuniara/artigos.asp?Artigo=5089 acesso em: 30 de abril de 2014