quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Síndrome mielodisplásica

O termo síndrome mielodisplásica (SMD) refere-se a um grupo doenças hematopoiéticas de origem clonal da medula óssea, onde com frequência observam se citopenias (anemia, leucopenia, trombocitopenia), diplásia em uma ou mais linhagens mieloides maiores, hematopoese ineficiente. A síndrome é formada por várias condições hematológicas causadas por produção inefetiva de células sanguíneas. Há um alto risco de se transformar em leucemia mieloide aguda. Todas as três linhas celulares da medula óssea podem estar envolvidas (série branca ou granulocítica, série vermelha ou eritrocítica e série plaquetária ou megacariocítica).

A SMD é mais comum em adultos velhos com uma média de idade de 70 anos. Há maior predominância desta doença no sexo masculino. Alguns pacientes tem histórico de exposição a quimioterápicos e radiação (terapêutica ou acidental). Trabalhadores expostos a hidrocarbonos (por exemplo em indústrias petrolíferas) têm mais chances de desenvolver a doença do que a população em geral. Algumas alterações hematológicas genéticas, como anemia de fanconi. Síndrome de Shwachmann-Diamond e Síndrome de Diamond-Blackfan, estão associadas com o risco de desenvolver (SMD).

REFERENCIA:


//http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_mielodispl%C3%A1sica
Doenças hematológicas e ambiente

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Noçoes de embriologia geral


Grandes períodos do desenvolvimento pré-natal
   Pré-embrionário – 3 primeiras semanas
   Embrionário (ou de organogénese) – 4ª a 8ª semanas
   Fetal

Primeira semana de desenvolvimento

   Fecundação
   Segmentação (clivagem) do ovo. Blastómeros
   Mórula
   Blastócito
       Blastocelo 
       Trofoblasto
       Embrioblasto
   Implantação uterina

Segunda semana de desenvolvimento. Disco embrionário didérmico
   Diferenciação do trofoblasto
       Citotrofoblasto
       Sinciciotrofoblasto

   Diferenciação do embrioblasto
       Epiblasto
       Hipoblasto    

   Formação da cavidade amniótica
   Formação do saco vitelino primitivo. Formação do saco vitelino definitivo ou secundário

Terceira semana de desenvolvimento. Disco embrionário tridérmico

   Formação da mesoderme intra-embrionária
   Linha primitiva. Nó primitivo
   Formação do notocórdio

Crescimento do disco embrionário. Início do período  embrionário.

   Placa neural, sulco neural e cristas neurais.
   Mesoderme paraxial, intermediária e placa lateral.
       Sómitos

Disponivel//http://users.med.up.pt/jandrade/embriologiageral.html

Noçoes de embriologia geral


Grandes períodos do desenvolvimento pré-natal
   Pré-embrionário – 3 primeiras semanas
   Embrionário (ou de organogénese) – 4ª a 8ª semanas
   Fetal

Primeira semana de desenvolvimento

   Fecundação
   Segmentação (clivagem) do ovo. Blastómeros
   Mórula
   Blastócito
       Blastocelo 
       Trofoblasto
       Embrioblasto
   Implantação uterina

Segunda semana de desenvolvimento. Disco embrionário didérmico
   Diferenciação do trofoblasto
       Citotrofoblasto
       Sinciciotrofoblasto

   Diferenciação do embrioblasto
       Epiblasto
       Hipoblasto    

   Formação da cavidade amniótica
   Formação do saco vitelino primitivo. Formação do saco vitelino definitivo ou secundário

Terceira semana de desenvolvimento. Disco embrionário tridérmico

   Formação da mesoderme intra-embrionária
   Linha primitiva. Nó primitivo
   Formação do notocórdio

Crescimento do disco embrionário. Início do período  embrionário.

   Placa neural, sulco neural e cristas neurais.
   Mesoderme paraxial, intermediária e placa lateral.
       Sómitos

Disponivel//http://users.med.up.pt/jandrade/embriologiageral.html

Noçoes de embriologia geral


Grandes períodos do desenvolvimento pré-natal
   Pré-embrionário – 3 primeiras semanas
   Embrionário (ou de organogénese) – 4ª a 8ª semanas
   Fetal

Primeira semana de desenvolvimento

   Fecundação
   Segmentação (clivagem) do ovo. Blastómeros
   Mórula
   Blastócito
       Blastocelo 
       Trofoblasto
       Embrioblasto
   Implantação uterina

Segunda semana de desenvolvimento. Disco embrionário didérmico
   Diferenciação do trofoblasto
       Citotrofoblasto
       Sinciciotrofoblasto

   Diferenciação do embrioblasto
       Epiblasto
       Hipoblasto    

   Formação da cavidade amniótica
   Formação do saco vitelino primitivo. Formação do saco vitelino definitivo ou secundário

Terceira semana de desenvolvimento. Disco embrionário tridérmico

   Formação da mesoderme intra-embrionária
   Linha primitiva. Nó primitivo
   Formação do notocórdio

Crescimento do disco embrionário. Início do período  embrionário.

   Placa neural, sulco neural e cristas neurais.
   Mesoderme paraxial, intermediária e placa lateral.
       Sómitos

Disponivel//http://users.med.up.pt/jandrade/embriologiageral.html

EMBRIOLOGIA

              
O termo embriologia que refere-se ao estudo de embriões, compreende apenas o período de desenvolvimento pré-natal de embriões e fetos. Durante este estágio o organismo sofre diversas mudanças, compondo o cenário de evolução embrionária até o instante do parto. Período este denominado pelos estudiosos como “anatomia de desenvolvimento”. O desenvolvimento pré-natal é mais acelerado do que o pós-natal, cumprindo-se em 9 meses aproximadamente, resultando em mudanças amplamente cruciais para a vida pós-natal do feto.
Porém durante este desenvolvimento podem ocorrer anormalidades, que resultarão em um neonato com problemas congênitos. O segmento da embriologia que estuda este evento é a Teratologia, do grego “teratos” que significa “monstro”, uma analogia ao feto com defeitos de nascimento. Este segmento da embriologia sofre intervenção direta ou não de vários fatores, genéticos ou ambientais, que atrapalham a evolução normal do embrião.
A embriologia tem quatro objetivos básicos, são eles:
- Integrar o desenvolvimento pré-natal com as ciências e com as diversas vertentes da própria medicina, no intuito de entender os eventos da embriologia e otimizar o uso deste conhecimento, diminuindo os riscos na gestação.
- Desenvolver e aplicar o conhecimento sobre os eventos que iniciam a vida humana e às mudanças que eles trazem para o feto, durante o período gestacional.
- Auxiliar o entendimento das causas das alterações que ocorrem na estrutura humana.
- Esclarecer a anatomia fetal e explicar como há o desenvolvimento das estruturas normais e anormais.
Muitas práticas modernas utilizadas atualmente na obstetrícia necessitam da aplicação da embriologia. Assim, o conhecimento que os médicos tem sobre o desenvolvimento normal (padrão) do feto e das causas prováveis das anomalias faz-se importante para auxiliar o embrião durante todo o seu desenvolvimento, garantindo, então, boas chances do bebê nascer sadio. Os eventos embriológicos de interesse especial para os obstetras são: a ovulação, o transporte do ovócito e do espermatozóide, fertilização, a implantação, as relações materno-fetais, a circulação fetal, os períodos críticos do desenvolvimento e as causas das anomalias congênitas. Estes especialistas vão além do cuidado com a mãe, cuidam principalmente da saúde do embrião.
Infelizmente as anomalias que ocorrem durante o desenvolvimento do embrião causam a maioria das mortes durante o primeiro ano de vida, por isso o estudo é importante já que pode prevenir uma boa parte delas. Vale ressaltar a importância do progresso da cirurgia, especialmente nos grupos de idade infantil, perinatal e fetal, que tornou viável um tratamento cirúrgico antes impossível.
A compreensão e a correção da maioria das anomalias congênitas dependem, sobretudo, do conhecimento sobre o processo total de desenvolvimento normal e dos desvios que podem ocorrer durante este estágio. A correção pós-natal nem sempre é possível e isso muda a vida não só do paciente contemplado, mas de todos os familiares à sua volta. Portanto, quanto mais cedo for feito o diagnóstico há mais chances de reverter o quadro clínico embrionário.

Disponivel em//http://www.infoescola.com/medicina/embriologia/