quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Maquiagem para sudos



vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=lZMwVruRAQI 


O vídeo e muito interessante pois eu vi o quanto os alunos são atenciosos e mostram  o tamanho do seu interesse em aprender, e quanto mais difícil maior e a força de vontade deles.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

As vantagens dos aterros controlados

 ATERRO SANITÁRIO CONTROLADO
Especificamente com relação ao aterro Sanitário Controlado, Pinto (1992, p. 72) o conceitua “como um método de disposição do lixo no solo que não cause danos ao meio ambiente e que não provoque moléstias ou perigo à saúde pública”.
O mesmo autor ainda declara que este método consiste no confinamento do lixo no menor volume possível, compactando-o e impedindo sua exposição ao ar livre mediante sua cobertura com uma camada de terra, reduzindo a área para disposição, prolongando a vida do aterro, minimizando os odores emanados do lixo em decomposição, evitando incêndios e impedindo a proliferação de vetores nocivos do ponto de vista sanitário. Se em todas regiões tivessem os aterros seria muito  bom para nosso planeta, por muitos anos estaríamos protegidos, porem e raro um planejamento desses grandes para melhorar nossas vidas.
Para Borges (1999), dentre as vantagens do aterro sanitário controlado, pode se destacar, conforme a Tabela 1:

Tabela 1: Vantagens do Aterro Sanitário Controlado
Destinação final sanitária adequada e completa.
Representa uma solução econômica com baixos investimentos iniciais de implantação, quando comparados a outros processos.
Recebimento de quase todos os tipos de lixo. É de rápida implantação.
Proteção ao meio ambiente e à saúde pública. Possibilita a recuperação de terrenos degradados
Ajuda a eliminar problemas sociais, estéticos, de segurança.
Possibilita o aproveitamento do biogás, se projetado para esta finalidade.
Fonte: Elaborado pelos autores, com base em Borges (1999).


Disponível em: http://www.aedb.br/seget/artigos12/51016611.pdf acesso em: 17 de julho de 14
1.1 Construção
Existem três métodos distintos para se construir um aterro sanitário:
• Método de rampa;
• Método de trincheira;
• Método de área.
Segundo José Dantas de Lima, o método de rampa utiliza terrenos com declive, aonde os resíduos vão sendo depositados e compactados, seguindo a declividade existente, com o recobrimento necessário no final de cada etapa de trabalho prosseguindo até que as células em construção atinjam o topo do declive da parte superior e lateral. Esta construção continua até que os diversos patamares ocupem toda a área projetada. No método de trincheira as mesmas, são colocadas com dois a três metros de profundidade, chegando a alguns casos até cinco metros, dependendo da profundidade do lençol freático. O material escavado serve para cobertura do próprio aterro. Os resíduos precisam ser compactados para que seja aumentada a vida útil do aterro A construção de um aterro sanitário requer a participação de uma equipe de pessoas que devem estar bem treinadas e compenetradas de suas funções específicas. O estabelecimento de tarefas e funções de cada um dos componentes das equipes encarregadas da construção, operação e manutenção do aterro é de fundamental importância, tendo em vista a preservação ambiental da área onde o aterro será implantado. A condução técnica deverá estar sob a orientação de um profissional da área da Engenharia Civil, Sanitária ou Ambiental, com experiência adequada para dirigir e supervisionar todas as tarefas inerentes à obra. Dependendo do corte do aterro, auxiliares técnicos: topógrafo, desenhista, projetista, cadista e laboratorista para estudo de solos, deverão dar suporte técnico ao Engenheiro responsável. Supervisores, capatazes, operadores de equipamento e pessoal devidamente capacitado deverão compor a equipe.
  1.2 Operação
Ao operar um aterro sanitário será necessário contar com uma frota adequada para poder cumprir a totalidade das tarefas. Com tal finalidade, dever-se-á dispor do equipamento que realize as operações necessárias de forma econômica e apropriada.
Também deverá estabelecer-se uma dotação multifuncional para substituições que possam produzir-se por diferentes razões, durante a operação do aterro, a fim de assegurar a continuidade de seu funcionamento. O equipamento dependerá do tipo e quantidade de resíduos recebidos, do material de cobertura e dos métodos de operação do aterro.
Os resíduos necessitarão ser espalhados e compactados, mas raras vezes necessitarão ser transladados pelo equipamento de aterro a distâncias superiores a trinta metros. O material de cobertura pode necessitar ser transportado a distâncias maiores, no entanto, ambos deverão ser compactados adequadamente, durante e depois de serem colocados.
A necessidade de equipamentos deve atender o manejo dos resíduos, em compactação, cobertura, obras de terraplanagem e o acondicionamento de células.
Equipamentos de Apoio
• Caminhões pipa de dupla tração para movimento de água (pó, infraestrutura).
• Tanque de combustível.
• Carreta (movimento de equipamento).
• Caminhões para o movimento de terra.
• Hidrolavadoras.
• Grupos geradores.
• Torres de iluminação.
• Bombas diversas.
1.3 Manutenção
A Lei 9.605/1998 – de Crimes Ambientais e o Código Florestal – Lei 4.771/1965 e as
Instruções Normativas do IBAMA 146/2007 e 154/2007, em seu conjunto estabelecem a necessidade da supervisão ambiental do empreendimento e em especial o monitoramento e o acompanhamento das condições ambientais afetadas direta ou indiretamente pelo aterro em operação.
Para o monitoramento adequado do aterro deverão ser observadas:
• a qualidade do ar;
• a poluição sonora;
• a qualidade das águas:
– superficiais;
– subterrâneas.
• o controle do solo;
• a recuperação vegetal;
• a preservação da fauna terrestre;
• a preservação dos ecossistemas aquáticos;
• o controle do efluente tratado.


Disponível em:  http://www.em.ufop.br/ceamb/petamb/cariboost_files/aterros_volumeiii.pdf Acesso em; 17 de julho de 14.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Escola cresce em projetos de incentivo ao ensino e aprendizado



                                                                                   
                             

A escola estadual "Jesuíno de Arruda", de São Carlos (SP), teve um crescimento considerável de projetos que tem dado certo e mantêm-se em exercício. A escola produz programas de rádio e TV, atividades que usam o computador e a internet como recursos de auxílio ao aprendizado. Há projetos que lidam com a preservação do meio ambiente e há também aqueles voltados ao incentivo do basquete como esporte no Brasil, entre outros.
No final do ano passado os professores da escola receberam de um Instituto da USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos, um treinamento para usar o programa de computador Power Point. A partir deste treinamento, por exemplo, a professora Rita de Cássia Bortoletto, criou o projeto "Nosso céu" em que alunos aprendem a disciplina de Ciências com o uso da internet e do programa Power Point.
"Quando eu vi que as coisas estavam mesmo mudando eu decidi que eu iria mudar também. Vejo que os alunos se sentem mais à vontade, é o universo deles, uma nova etapa para nós professores, e precisamos acompanhar esta evolução", explica a professora de Ciências.
Se todas as escolas estivesse sendo ajudada pelos projetos que incentivam o aprendizado tudo estaria mudando, pois toda escola cresce com os projetos de incentivo as crianças e adolescentes gostam de tudo que inova, desperta o interesse deles e melhoraria muito o ensino nas escolas pulblicas.

Disponivel em// http://www.uniara.com.br/ageuniara/artigos.asp?Artigo=5089 acesso em: 30 de abril de 2014

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Viajando Pelo Mundo Mágico da leitura !


O vídeo fala muito da importância da leitura, uma delas é o quanto agente pode viajar por onde quiser, ele nos dar asas para nossa imaginação fazer tudo, superar problemas, vencer desafios, viver uma realidade que não e nossa, encher nosso coração de alegria, e maravilhoso o mundo da leitura esse mundo nos convida basta ter um incentivo que teremos crianças, e jovens querendo ler sempre mais.

Incentivo a Leitura

                                       imagem: google imagens

A leitura é um dos objetivos básicos do Ensino Fundamental I. Como é nessa fase que o hábito é sistematizado e desenvolvido, uma forma de torná-lo mais atrativo para os alunos pode ser a aplicação de atividades criativas. "Isso é mais prazeroso para a criança, que fica com vontade de participar e se sente mais estimulada. E, quanto mais diversificadas forem as atividades, maior a chance de se atender aos diversos interesses" defende Rosa Ignarro Elias, coordenadora pedagógica do 3º ao 5º ano do Colégio Sion, de São Paulo.
Os projetos que incentivam a leitura são de extrema importância, principalmente na fase da educação infantil, pois a criança se sente muito feliz e importante, elas criam o habito de ler e levam para a vida toda. Hoje muitos jovens tem uma ‘preguiça´´ de ler por não terem sidos incentivados desde a infância, mas se os projetos virem para as escolas vai ser muito importante.


Leia a reportagem completa em :

http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/76/artigo179821-1.asp